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sábado, 29 de setembro de 2012

Geração Y

Palestra do Marcos Calliari (sócio diretor da Agência Namosca, especializada em comunicação para o público jovem) onde foram apresentadas algumas características dos jovens atuais e as conseqüências delas para suas vidas:


Infográfico e vídeos baseados na pesquisa do Box 1824 sobre a Geração Y, comparando-a as gerações anteriores:


We All Want To Be Young (legendado): http://vimeo.com/16641689

All Work And Play (legendado): http://vimeo.com/44130258

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Indicação de leitura:

A necessidade de refletir sobre as estratégias pedagógicas 
para atender à aprendizagem da Geração Y

Débora Castanha
Maria Bernadete de Castro

Atualmente, o grande desafio para as escolas é como trabalhar com jovens cada vez mais envolvidos com novas tecnologias, bombardeados pelos apelos da mídia, fascinados pela internet e manipulados pelo poder da sociedade de consumo. Esses jovens, que, em sua grande maioria, pertencem à Geração Y, cresceram em um mundo relativamente estável, sob grande influência dos mecanismos tecnológicos. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido a longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridades como se elas fossem colegas de turma. Possuem muita informação, mas não têm conseguido transformar essas informações em construções sociais que atendam a outros interesses que não exclusivamente os seus. É enorme o descompasso tanto entre alunos e professores como entre o processo educacional implementado pela maioria das escolas e a efetiva aquisição do conhecimento. Cada vez mais o desinteresse e a falta de envolvimento dos jovens pelos estudos são temas de reuniões pedagógicas e de conversas entre professores. É compreensível que os educadores estejam emocionalmente desgastados e desanimados, pois nos últimos tempos vêm empreendendo verdadeiras batalhas para obter a atenção dos alunos nas aulas. Precisamos rever as estratégias de ensino e repensar a atuação do professor. É necessário e urgente estabelecer um elo entre alunos e professores para que a aprendizagem possa de fato acontecer.

Artigo completo aqui.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Persona 50 por cento



“Na sociedade de consumidores, ninguém pode se tornar sujeito sem primeiro virar mercadoria”. Pensando nessa impactante frase do sociólogo polonês Zygmunt Bauman e fazendo uma reflexão a cerca das relações sociais na contemporaneidade é que nós, cinco alunas do curso de Publicidade, conceituamos e produzimos o vídeo “Persona 50 por cento”. A escolha do título se deu por ser “persona” um termo do Teatro, referente à máscara, além de ser empregado na Psicologia no que diz respeito as personalidades. De fato, vivemos num mundo de máscaras. “50 por cento”, por sua vez, devido a impressão de vivermos numa espécie de incompletude, de falta, de vazio. 

Então, nosso principal intuito foi o de, com os recursos audiovisuais que tínhamos a nossa disposição, transmitir a angústia e a monotonia da vida na sociedade dos consumidores em que vivemos. As imagens em preto-e-branco, as longas tomadas, o – no início – contínuo barulho de relógio e a escolha de uma música instrumental que vai, com o decorrer do curta-metragem, aumentando seu ritmo, dão àqueles que assistem ao vídeo uma verdadeira sensação de incômodo e ansiedade, que nada mais são que reflexos da acelerada vida atual. Nela, o cotidiano passa a ser uma mera repetição de movimentos automatizados, tais quais escovar os dentes, comer e trabalhar (para ganhar dinheiro e encher a casa de móveis e apetrechos que muitas vezes nem chegamos a usufruir). No fim das contas, somos mesmo mercadorias.

Texto por: Raquel Assunção
Vídeo produzido por Állika Lira, Lia Almeida, Raquel Assunção, Raquel Pires e Vitória Real para a disciplina "Publicidade e Cidadania" da turma de 2011.1 do curso de Comunicação Social - Publicidade & Propaganda da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Curta animado "Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore"

"Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore" é um curta animado produzido em 201, dirigido por William Joyce e Brandon Oldenburg e vencedor do Oscar 2012 na categoria Melhor Curta de Animação. O curta é poético, lírico e mudo, assim como "O Artista", vencedor na categoria "Melhor Filme", a animação americana com jeito de europeia presta uma homenagem aos livros e encanta mesmo os que não amantes nem de Literatura e nem de Cinema. Segue abaixo:

sábado, 17 de dezembro de 2011

Vídeo #01 - "Uma revista é um iPad que não funciona"

Uma criança de 1 ano de idade preocupa-se com a eficiência de seu dedo quando não obtém sucesso ao tentar passar as folhas de uma revista da mesma forma que muda a tela de um iPad. Ao fim do filme, o responsável pela garotinha escreve: "Para a minha filha de 1 ano, uma revista é um iPad que não funciona. Ela vai sustentar isso por toda a sua vida. Steve Jobs codificou uma parte de seu sistema operacional".

Confira o vídeo:

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Clipes musicais com referências históricas e artísticas

A Logre Production tem adotado a ideia de produzir vídeos que reúnem referências histórica e artísticas com uma pitada de humor. O clipe da música "70 Million", da banda "Hold your horses" é uma das produções recheadas de referências e intertextualidades. O clipe é formado por várias representações de obras de artes famosas, como "A última ceia", de Da Vinci, "O Nascimento de Vênus", de Botticelli, "O Grito", de Edvard Munch, e ainda a contemporânea versão em pop art da atriz Marilyn Monroe, de Andy Warhol.
Confira abaixo o vídeo:


A mesma produtora fez uma versão da música da cantora Madonna, "Material Girl", cantada por Eliza Doolittle. Dessa vez, o clipe faz referência a várias figuras femininas históricas ou mitológicas. Entre elas: Eva, Cleópatra, Sheherazade, Joana D'Arc, Julieta, Frida Kahlo e a própria cantora Madonna. Confira o vídeo abaixo:


Esses vídeos trazem uma nova tendência das produções audiovisuais pós-modernas: a intertextualidade. É exigido mais de quem assiste. Cada vez mais o espectador deixa a passividade para ocupar um espaço de interdenpendência com relação ao produto assistido: o clipe (nesse caso) só será compreendido se o repertório do espectador favorecer esse entendimento.